segunda-feira, 23 de março de 2009

Pão no forno


Como alguns de vocês sabem nós somos grandes adeptos de pão caseiro. Desde que comprámos a máquina de fazer pão não voltámos a comprar pão já feito. Já fizemos vários tipos de pão, broa, bola, etc, mas sempre com a forma da MFP. Desta vez decidimos quebrar esta regra e fazer o pão em forno a lenha… como tivemos dificuldade em encontrar o forno a lenha em nossa casa (acreditem que procurámos por todo o lado, não sei bem o que aconteceu…) acabámos por usar o forno a gás.

A receita é simples:
- 350ml de água
- 1 colher de sopa de azeite
- 300g de farinha de trigo 65 sem fermento
- 200g de farinha de trigo integral
- 2 colheres de sopa de gérmen de trigo
- 1 pacote de fermento de padeiro
- 1 colher de sopa de glúten de trigo
- 2 colheres de chá de sal marinho

Colocámos todos os ingredientes na cuba da MFP, pela ordem apresentada, e usámos o programa para fazer massa. Quando acabou o programa deixámos a massa a repousar, e levedar, durante mais 15 minutos. No fim desse tempo colocámos farinha por cima da bancada e retirámos a massa levedada da MFP.


Moldámos 3 bolinhas e um pão tipo cacete, tapámos com um pano e deixámos a levedar durante mais 20 minutos. Em seguida demos uma pincelada de azeite por cima do pão e polvilhámos com farinha e sementes de sésamo. Aproveitámos também para dar uns golpes na superfície da massa, para que o pão abrisse por esses traços.

Para cozer o pão colocámos a massa no forno pré-aquecido a 180ºC durante 20 minutos.
No final não resistimos e fizemos uma ceia com o pão quente.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Serra da Estrela - Day 4


O 4º dia era o nosso último dia destas mini-férias mas, acima de tudo, era o dia do nosso aniversário de casamento. O dia começou bem relaxado, com o pequeno-almoço e o arrumar das malas. Aproveitamos para deixar uma palavra de apreço à Varanda dos Carqueijais, fomos muito bem atendidos e tudo foi de primeira qualidade. Ficámos apenas com água na boca pela bela piscina exterior, com uma vista espectacular, que deve fazer as delícias dos hóspedes nos meses mais quentes.
O nosso plano para o dia era fazer a rota do Mondego e seguir esse caminho até Coimbra, para depois descer de volta a Lisboa. Assim, dirigimo-nos no sentido a Manteigas, através da Serra, e logo de seguida percebemos a localização dos dois pontos de interesse que não tínhamos descoberto no dia anterior, o covão d’Ametade e o poço do inferno. É curioso que pagámos no posto de turismo para ter indicações e acabámos por ter de encontrar os nossos objectivos às nossas próprias custas…


O covão d’Ametade é um lugar mágico, representando o princípio do rio Zêzere. Agora que o tempo começa a aquecer, aposto que deve ser fabuloso fazer ali um pic-nic, à sombra da montanha e com os reflexos das águas límpidas.



Continuando o caminho, e já perto de Manteigas, chegámos ao desvio para o poço do inferno. Este é um conjunto de quedas de água, formado por uma condição específica da geologia daquela zona, que tem como seu ponto de maior interesse uma espectacular cascata de 10m de altura.


Até aquele momento o dia estava a ser espectacular, em especial porque estávamos a fazer aquilo que mais gostamos, desbravar caminho à sorte, e ver o que aparece. Saindo do poço do inferno começámos a olhar para o desdobrável com os caminhos a fazer para seguir o Mondego. Mais uma vez o guia do posto de turismo revelou-se praticamente inútil, conseguimos encontrar a nascente, com muita sorte, mas revelou-se uma coisa sem grande piada para o grande desvio a que obrigou.


O próximo passo era uma cascata, chamada sumo do Mondego, que estava marcada no mapa. Quando começamos a ler descobrimos que o local não era acessível por estrada. Como o percurso do Mondego começou a perder interesse acabámos por decidir seguir caminho para Gouveia e almoçar. Comemos no restaurante O Júlio a refeição mais marcante destes dias, arroz de carqueja com entrecosto, uma delícia. De volta à estrada seguimos directos a Seia, a caminho de Coimbra, mas ao chegar a esse local não conseguimos seguir caminho e acabámos por voltar a subir a Serra até à Torre… É impossível fugir daquele local.
Aproveitámos esta volta para fazer uma coisa que não tínhamos feito ainda, um boneco de neve, e para termos uma despedida em jeito daquele lugar tão belo.



Nesse momento achámos que já estava na hora de iniciar o regresso, afinal já passavam das 18h.

Foi um dia especial, os caminhos foram lindos, o clima fantástico e a companhia divina.


quarta-feira, 18 de março de 2009

Serra da Estrela – Day 3


Surpresa logo ao acordar, tínhamos os músculos das pernas, braços e o traseiro bastante dorido, um bronze bastante intenso na cara, pescoço e braços, pode-se dizer o famoso bronze à camionista. A razão para isso foi que o nosso protector solar decidiu dar uma balda e escondeu-se mesmo em cima da nossa cómoda… em casa… malvado…

Tínhamos planeado que este dia seria dedicado a fazer caminhadas. Como não tínhamos uma boa ideia dos percursos que podíamos fazer e que sítios visitar, decidimos ir até à Covilhã para tentar encontrar o Posto de Turismo. Ora como Portugal é um sítio de pessoas inteligentes, achamos que não é necessário tornar o posto de turismo visível, tem muito mais piada andar à procura do posto de turismo indo de porta em porta, tipo caça aos ovos da Páscoa…após voltas e voltas lá encontramos uma casinha cor-de-rosa com umas letrinhas minúsculas, era finalmente o Posto de Turismo. Depois queixam-se que as pessoas fogem do turismo em Portugal.
A Senhora que nos atendeu era simpática, apesar do discurso dela fazer parecer que nós já conhecíamos a Serra Estrela de trás para a frente. Decidimos comprar 2 guias para caminhada, Rota das 25 Lagoas e Rota do Mondego, e iniciámos o nosso percurso para a Serra.
Após uma leitura mais aprofundada da Rota das 25 Lagoas, vimos que o mesmo não servia para nada. Os mapas dos percursos estavam tão mal desenhado que eram pouco mais do que inúteis. O pior ainda foi que indicavam, por foto, dois pontos de visita, o Poço do Inferno e o Covão d’Ametade, que gostávamos de visitar mas que não apareciam em nenhum mapa. Começa a parecer-me que aquele pessoal gosta mesmo de caça aos ovos da Páscoa. Assim sendo, decidimos fazer nós as nossas próprias rotas.


Chegamos às Penhas da Saúde e estacionamos no 1º lago que encontramos, o Lago Viriato, cujas águas abastecem a Covilhã. Tiramos imensas fotos, o Alex deliciou-se com umas flores que estavam a desabrochar, Angie ia fazendo de batedora e encontrando pequenos tesouros para as fotos.


Seguimos depois para a Torre descendo em direcção ao Sabugueiro, paramos a meio caminho para fazer mais uma caminhada em direcção a uma cascata, algo que se demonstrou bastante difícil devido à neve. Por razões de segurança, resolvemos voltar para trás.



Paramos no Sabugueiro para almoçar, já a meio da tarde, e finalmente conseguimos provar comida típica da zona, Chanfana.

Após o belo repasto seguimos para o Covão do Forno, que se encontra logo a seguir ao Sabugueiro. Infelizmente, a placa de sinalização é muito pequena e quem não for com atenção, passa-a muito facilmente. Seguindo a linha de água fomos dar a mais um lago onde, com a luz de feição, conseguimos tirar umas fotos de reflexo na água fantásticas.



Continuando pelo mesmo caminho, fomos dar à famosa Lagoa Comprida. Esta era um antigo glaciar com 1 Km de extensão.

Voltamos novamente ao Covão do Forno, para ir buscar o carro e a caminho da Estalagem fomos mais uma vez brindados com um pôr-do-sol lindíssimo.


Foi um dia maravilhoso, passado entre água e neve.

Relativamente ao jantar deste dia, como não queríamos desistir da gastronomia da cidade da Covilhã, tentamos novamente encontrar um restaurante típico, mas a única coisa que encontramos foi um restaurante mesmo no centro da cidade que nos serviu um Arroz de Polvo. Podemos dizer que estava aceitável.

Serra da Estrela – Day 2


Como nenhum de nós tinha feito ski decidimos que a primeira prioridade deste dia seria experimentarmos este desporto. Se corresse bem aprendíamos uma experiência nova, se corresse mal aprendíamos a cair em mais um tipo de terreno diferente, a tratar de nódoas negras nós somos peritos.


Chegamos à estância de madrugada, por volta das 11 horas, e como já estávamos à espera não havia muita gente. Conseguimos estacionar perto da entrada e alugamos o material sem problemas.
Alugamos skis, botas e os bastões mas ficamos na dúvida se valeria a pena comprar uma hora de aula. Decidimos tentar esquiar sem treino mas após algumas quedas pensamos melhor e lá compramos a aulita.



O formador foi bastante simpático, explicou as coisas que deveríamos fazer e não fazer, a posição dos pés, como virar, travar e todas as outras coisas. Começámos pela pista de iniciação e a princípio parecíamos uns patos a descer a encosta, muito rígidos e lentos mas sempre divertidos. Cada descida sem cair era uma vitória festejada. Aos poucos fomos ganhando confiança para andar mais depressa e relaxar o corpo para aproveitar melhor as sensações dadas pela velocidade e mudanças de direcção… Pelo menos da parte do Alex, a Angie só andava em frente e devagar, quando tentava virar era queda na certa.....

Conforme o dia ia avançando começámos a dar uso a uma pista superior, tinha um pouco mais de inclinação e era bastante mais longa. Resumindo, parecíamos 2 putos num parque infantil, cada vez que descíamos íamos logo a correr para os saca-rabos para voltarmos ao topo rapidamente. Que me lembre só parámos uma vez, para comer uma tosta, de resto andávamos sempre a subir e a descer. Até quando os meios mecânicos estavam a fechar continuou a corrida, mesmo até ao último momento…

No final do dia, ainda deu para continuarmos a nossa batalha de bolas de neve e quem ganhou foi o Alex, sorte de principiante.......


Foi um dia diferente, mas já decidimos que para o ano vamos voltar!!!

Ao pôr-do-sol, regressamos à Estalagem, tomamos um banhinho de imersão que soube bastante bem e resolvemos ir jantar.



Desta vez fomos a um restaurante que ficava entre a Estalagem e as Penhas da Saúde, não comemos comida típica da zona, mas pelo menos era caseira.

Serra da Estrela – Day 1


Após uma longa viagem com várias paragens entre Lisboa e a Covilhã, lá chegámos à Estalagem Varanda dos Carqueijais, por volta das 17 horas. Fizemos o check-in e partimos logo de seguida para a Torre com uma curiosidade enorme para saber se ainda havia neve.

Para nossa grande alegria ainda havia bastante neve. A zona da Torre ainda estava bem branquinha.


A primeira coisa a fazer quando chegamos à Torre foi iniciar uma batalha de bolas de neve... No final da batalha registou-se um empate, ficando a grande final adiada para o nosso 2º dia.


Como já estávamos a ficar sem luz do dia, resolvemos voltar para a Estalagem para ficarmos a conhecer um pouco melhor o nosso alojamento.
A Estalagem é muito acolhedora com um ambiente bastante tranquilo e com uma vista fantástica, quer sobre a cidade da Covilhã, quer para a montanha (nosso quarto).
É uma Estalagem bastante moderna e confortável, adorámos toda a decoração e também o seu silêncio repousante.

Chegou muito rapidamente a hora de jantar e resolvemos ir à cidade da Covilhã. Infelizmente andamos às voltas pela cidade e não conseguimos encontrar um restaurante típico que não fosse um restaurante de hotel, churrascaria com venda de frango para fora ou pizzaria. Como já estávamos a ficar sem muito tempo para jantar, resolvemos ir ao shopping da Covilhã.

Após o nosso jantar voltamos novamente para a Estalagem, onde aproveitámos as varandas e bebemos um óptimo café com uma vista fantástica e um luar divinal.


Fomos dormir esperançados que o dia 2 na nossa viagem chegasse o mais depressa possível.......

terça-feira, 10 de março de 2009

The Final Countdown


Depois de pensar bastante sobre estas mini-férias, já decidimos para onde vamos.

A Serra da Estrela já nos espera!

Vamos preencher uma lacuna do Alex, ele nunca levou com uma bola de neve nem nunca fez sku com o belo do saco de plastico. Prometemos que iremos fazer uma batalha de bolas de neve, depois contamos quem ganhou.

Pelas ultimas informações que temos, as estradas estão abertas e transitáveis sendo que neve só mesmo na Torre. Dá prefeitamente para fazermos umas caminhadas pela Serra sem grandes problemas e fazer também umas belas fotos, as maquinas já estão prontas a disparar.
Queremos agradecer à Leonor Paula, pela ajuda neste assunto.

Obrigado aos vândalos da estrada

Obrigado à besta que não sabe estacionar e deu um toque no carro da Angie e foi-se embora sem dizer nada. Se houver justiça poética neste mundo deve estar neste momento a escorrer de algum orifício corporal... espero que não esteja confortável.

Será que já não há responsabilidade civil? Será que toda a gente pensa que pode fazer o que quiser em impunidade? Sem ter nada a ver com esta história, recordo-me agora de uma notícia sobre o Vale e Azevedo (como é que uma pessoa assim chegou a presidente do Glorioso?) ter roubado 1 milhão de euros à UNITA...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=376865

Ou ele tem muito cuidado ou ainda lhe fazem um serviço parecido ao que fizeram ao Nino.... é o karma!

Bienvenidos a Mexico...


Na semana passada fomos até ao Japão sem sair de casa, assim tipo "Vá para fora cá dentro". Nesta última sexta-feira resolvemos mais uma vez fazer algo diferente para o Jantar e fomos até ao México sem sair do conforto da nossa casa. Foi um jantar bastante rapido de preparar, em menos de 45 minutos estava tudo feito.

Primeiro fizemos os famosos molhos que encontramos em qualquer restaurante Mexicano, o Guacamole e a Salsa Mexicana.
Para o Guacamole utilizamos o resto do abacate que tinha sobrado da Sushi party, foi so pôr no copo misturador o abacate, tomate sem pele e sem sementes, cebola, alho, sal, pimenta ou malagueta, coentros e sumo de limão. Liga-se a varinha mágica e puff está feito.
Para a Salsa mexicana, picamos os tomates sem pele e sem sementes, a cebola, coentros ou salsa, alho, pimento vermelho (opcional), azeite, limão, sal e pimenta ou malagueta.


Acompanhamos estes molhos com os famosos totopos mexicanos. Num pratinho à parte também servimos os totopos com queijo fundido.


Depois de fazermos as entradas foi tempo para o belo do prato principal.

Escolhemos fazer Tacos, o que se revelou uma má ideia... já vão perceber porquê.
Compramos carne picada, alface, cenoura ralada, feijão manteiga, milho doce e o Kit para Tacos da marca Old El Paso, que traz os tacos, molho para os tacos e os condimentos para a carne.
Seguimos as intruções do kit e adicionámos a carne, o feijão e o milho.

A parte mais complicada deste prato foi a de colocar a carne preparada dentros dos Tacos, ou era o molho que escorria, ou era a carne que não cabia dentro do Taco, ou era tentar aproveitar os tacos que já vinham partidos dentro da embalagem (de 12 tacos só se aproveitaram 4 inteiros, já percebem porque foi má ideia).



Para a proxima vamos fazer burritos ou fajitas, pelo menos a massa não se parte.
Para completar a refeição, nada melhor que 2 belas coronas fresquinhas e com o gomo de limão, como manda a tradição (eh até rimou!).

quinta-feira, 5 de março de 2009

Escolhas, escolhas, muitas escolhas...


Aproxima-se o nosso primeiro aniversário do dia do nosso casamento (15 de Março), estamos a pensar em aproveitar para descansar um pouco de um início de ano a alta velocidade e carregado de trabalho e stress. Nós já temos algumas ideias que estamos a explorar mas aceitamos sugestões para sítios onde passar uns 4 dias em sossego, de preferência com um bom ambiente romântico.

Tenham medo, muito medo....

Após cerca de 10 anos sem conduzir, a Angie voltou à estrada. Não entrem já em pânico mas recomenda-se que afastem os vossos filhos das estradas e que se a virem a passar pensem em estacionar o mais depressa possível e, acima de tudo, comecem a rezar...


PS: no GTA já atropelou duas velhinhas, imaginem na vida real....
PS2: estamos só no gozo, ela conduz bem, está a recuperar as capacidades perdidas muito depressa.
PS3: é onde ela joga GTA.