quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Férias 2010

Há 2 semanas voltámos das nossas férias, ao fim de um ano que mais pareceram 2 ou 3 já estávamos mais do que desesperados por uns dias de descanso. Assim, depois de uma semana super atribulada a anteceder a nossa ida e um atraso de um dia na nossa saída lá fomos nós a caminho de Aljezur. Como não podia deixar de ser, pelo caminho parámos em S. Torpes para tirar o pó ao equipamento de mergulho. A água estava quente e calma, perfeita para o snorkeling não fosse o facto de já terem começado as mares vivas (as do mar mesmo e não o programa de tv…) e o mar começar a ter alguns pedaços de algas a esvoaçar, o que limitava um pouco a visibilidade.

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Das praias da linha de Aljezur vamos só salientar as condições perfeitas para a fotografia do meio aquático na praia de Monte Clérigo, as melhores que alguma vez tivemos, a surpresa da praia do Carvalhal, que não conhecíamos e nos deixou muito boas impressões e acima de tudo a praia da Bordeira, uma praia de dunas longas com ribeiro que enche na maré cheia, que nos deu um dos maiores sorrisos das ferias com a sua pacatez e isolamento. De resto, como sempre, Aljezur enche-nos as medidas, adoramos o ar que se respira por lá, a qualidade das praias, a calma, a variedade, enfim, tudo, até uma ida ao mercado é uma alegria.

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Este ano tínhamos decidido fazer umas ferias bipartidas, para que não deixássemos de vivenciar Aljezur mas que nos permitisse explorar um pouco melhor as praias da costa Sul do Algarve. Ficámos sediados em Lagos, no parque da Turiscampo. As condições eram muito boas, bons espaços, boas condições sanitárias, piscina excelente, nada de especial a queixar excepto o facto de não terem uma zona de barbecue, o que nos impediu de fazer os nosso grelhados de verão que tão bem sabem. A escolha de Lagos prendeu-se com a promessa das praias da zona serem muito boas para o snorkelling. Visitámos as praias do Camilo e D. Ana mas infelizmente as condições não eram muito boas para o snorkelling pois o mar estava muito revolto e a água demasiado turva. Passámos ainda na praia da Marinha, na zona de Lagoa, eleita uma das melhores praias do mundo, e pudémos confirmar que realmente deve ser um sítio de eleição. De novo, infelizmente o mar já não estava em condições para o mergulho. Retirando o snorkelling da equação decidimos então aproveitar as águas quentes da costa mais oriental e assim fomos até à praia da Manta Rota e Oura. A Manta Rota foi uma das surpresas das ferias, sítio muito aprazível e organizado, com estacionamento gratuito, areia limpa, água transparente e muito quente. Estava um daqueles dias em que não há corrente a puxar na água mas mesmo assim há ondas relativamente altas… resumindo, estava perfeito. Acho que cada vez que íamos à água ficávamos lá por mais de 1h. A praia da oura foi outra das surpresas pois encontrámos lá um pouco de riqueza de vida marinha no chão rochoso da beira-água, que tanto nos delicia. Só foi pena o mar em si não estar muito favorável, com muitas algas e até algumas alforrecas…

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Assim chegou o fim das nossas ferias, pelo caminho de volta ainda passámos por duas praias da zona de Vila do Bispo, a praia da Boca de Rio, uma praia de seixos enormes, muito bonita e muito pouco explorada e a praia da Salema, muito calma e simpatico, onde demos os últimos mergulhos do ano(?).

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Os pontos mais altos das ferias deste ano foram o Carvalhal pela sua beleza e oferta em vida marinha, Bordeira pela paz e sorriso enorme que nos deixou ao longo do seu imenso areal e Manta Rota, pelas suas águas quentes.

1400km e 13 praias depois estamos de volta para enfrentar todos os stresses que começaram logo a cercar-nos.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sushi Alentejano

Já nos tinham falado de um restaurante em Lisboa que servia algo tão imprevisível como uma mistura entre a cozinha de sabores delicados (Japonesa) e a cozinha de sabores fortes (Alentejana). Decidimos experimentar e lá fomos então ao Eddys Kitchen, na Rua Ramalho Ortigão, ao pé do El Corte Ingles. É um restaurante bastante grande , simples mas acolhedor. Começámos por provar uma entrada de Vieira gratinada, que estava uma delicia, e seguimos para um prato de degustação do famoso sushi Alentejano.

eclogo_200pxO prato trazia Niguiris e makis, com as misturas mais improváveis que podem imaginar. Desde Niguiri de pimento, a Uramaki de carapau alimado. Makis de farinheira, de caldo verde com linguiça, de pato com laranja, de pêra com queijo de Serpa, de bacalhau com brôa, de bacalhau com todos, etc. É uma mistura impressionante de sabores, que vale bem a pena experimentar. É muito interessante e saboroso e sem dúvida uma das experiências gastronómicas a não perder em Lisboa.

No fim da refeição ainda fomos visitados pelo sushi master, André, muito simpático e atencioso, que nos explicou como esta nova forma de sushi foi criada.

Como apreciação final podemos dizer que Sushi alentejano não é o sushi que se come no típico restaurante japonês. Também não é a típica comida alentejana que se come um pouco por todo o lado neste país. É algo no meio dos dois, talvez um pouco mais perto do alentejano do que do Japonês, mas suficientemente diferente dos dois para estar numa classe à parte. Vale bem a pena visitar.

Para a próxima vez queremos experimentar o sushi frito, talvez parecido aos hot sushis mas que nos prometeram ser muito especial.

Novas descobertas no Sushi

Nós gostamos muto de sushi, isso já é de conhecimento quase generalizado… No entanto nós gostamos de experimentar novas propostas nesta área, por isso vamos visitando novos restaurante, em busca dessas novas criações.

Nos últimos tempos visitámos 3 novos restaurantes de sushi, o Suntory, o Koni e a Confraria.

Começamos pelo Suntory, o restaurante é muito simpático, com um ambiente acolhedor e relaxante, muito tipicamente nipónico. Nós optámos por fazer uma refeição inteiramente de makis cozinhados. Tudo o que escolhemos foi de muito boa qualidade, com algumas boas surpresas. É sem dúvida um restaurante a recomendar. Fica no Picoas Plazza.

1001708Em relação ao Koni, começamos por dizer que não é propriamente um restaurante, é um bar de Temakis, situado estrategicamente ao pé do Bairro Alto, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Experimentámos quase a carta inteira e é uma proposta interessante, com alguns Temakis a ressaltar mais, como o de pele de salmão. Vale a pena lá passar se estiverem na zona.

41583_120568507989466_2361_nA nossa última sugestão é a Confraria, em Cascais. Fomos lá no aniversário da Angie, embora tenha sido algo espontâneo acabámos por ter acertado em grande. A Confraria é um excelente restaurante de Sushi. Provámos muita coisa e estava tudo delicioso, com um estilo muito moderno e claramente de fusão do qual podemos ressalvar o maki de ceviche como um ponto alto. O ambiente é simpático, temos apenas a notar que, devido à sua localização, deve ser costumeiro ver por lá muitos turistas e tios da zona… mas a comida é tão boa que dá para abstrair da vizinhança. É sem dúvida um dos grandes de Lisboa, vale a pena lá ir.

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Fifteen

Não sei se sabem mas em Julho fomos dar um saltinho a terras de Sua-Majestade, para conhecer Londres e os seus encantos. Adorámos a viagem, que se concluiu com uma travessia do Canal da Mancha pelo Eurostar até Paris e mais 3 dias na Cidade Luz. Até podíamos escrever muito sobre os pontos fortes de Londres, a sua arquitectura e cultura, etc mas preferimos escrever sobre os seus encantos culinários.

Nós sabemos que a Inglaterra não tem grande cozinha própria, nem grande tradição culinária. Por outro lado é a terra-mãe do nosso grande guru da cozinha, o Jamie Oliver, que seguimos tanto quanto podemos. Assim sendo não conseguimos resistir a jantar no seu restaurante, o Fifteen, e assim finalmente provar a sua real interpretação da cozinha.

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Apesar de se ter passado já mais de um mês as memorias gustativas ainda estão bem frescas. Nós começamos com uma entrada de Pizza bianco com mozzarella de bufala Campana, tomates da ilha de Wight e pesta à Genovesa. É uma entrada muito fresca e aromática.

Sendo o Fifteen um restaurante de inspiração Mediterrânica, mais especialmente Italiana, a refeição principal divide-se em primeiro e Segundo prato. As nossas opções para primeiros pratos foram Radiatori caseiros com ragu de rabadilha alla vaccinara, salsa lisa e Fontodi 2009, e um prato cujo título não conseguimos memorizar mas que consistia de Gnocchi de polenta. Ambos estavam muito bons, a um nível como talvez nunca tivéssemos comido ainda. Em especial destacamos o ragu, que estava delicioso, com uma mistura incrível de especiarias e sabores.

Como segundos pratos escolhemos um bife da alcatra de raça Angus Aberdeen, grelhado em carvão, maturado durante 32 dias, com manteiga de alho-tarragão, rúcula e pecorino fresco ralado. O outro prato foi galinha de raça Anglais assada com funghetto aubergine, espinafres Italianos e salsa verde. Bem, nunca tínhamos comido carne maturada durante 32 dias e só podemos dizer que não deve haver carne mais macia e saborosa. Estava uma delicia, com um sabor muito distinto de outras carnes grelhadas. A galinha também estava deliciosa, com pele crocante e uma mistura muito interessante entre os cogumelos e a base do molho.

Para sobremesa pedimos uma tarte de limao Amalfi com crème fraiche e raspas de casca de limão caramelizadas. Óptimo sabor a limao, com a acidez perfeita para ajudar a digerir a refeição que lhe tinha antecedido. A sobremesa foi acompanhada por um shot de Lemoncello feito na casa.

Resta dizer que acompanhámos a refeição com o vinho Rosé da casa mas queremos ressaltar que haviam 2 vinhos Portugueses na carta de vinhos. Eram eles Vinho verde Afros Loureiro 2009 e Azamor 2006 (tinto) e nos digestivos estava disponível MR Moscatel 2007. O vinho verde, por exemplo, estava nas sugestões da semana.

Adorámos o restaurante e a sua comida divinal. Vale bem a pena fazer uma visita quando se estiver em Londres. O Jamie sabe mesmo o que anda a fazer na cozinha, vale a pena segui-lo.

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Convite: Alma Poeta

Até nos sentimos importantes quando aparecem estes convites. Será que vai haver passadeira vermelha? Será que a televisão vai estar presente para fazer a cobertura deste evento?

Infelizmente não vamos poder estar presentes para confirmar, mas fica aqui o convite para quem quiser dar um saltinho à Livraria.

convite_alma_de_poeta[1]

Sofia, desejamos-te toda a sorte do mundo neste novo desafio.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Lombinho de porco recheado com farinheira

Para experimentar o forno já reparado, nada melhor que um assado à moda antiga.

Abrir ao meio um lombinho de porco e espalmar para que fique com a mesma espessura por toda a peça. Abrir uma farinheira e colocar o recheio no meio do lombinho. Enrolar e fechar com um cordel.DSC_5895 DSC_5896 DSC_5899DSC_5904Colocar o lombinho num tabuleiro e juntar 1 cebola cortada em meia-lua fina, 2 alhos picados e 1 colher de sopa de massa de pimentão. Regar com um pouco de vinho e com um fio de azeite. Levar ao forno a 150º pelo menos cerca de 45 minutos. Não se esqueçam de ir verificando a carne.

DSC_5911DSC_5916Nós acompanhamos este prato apenas com arroz branco.

DSC_5930 DSC_5931 Espero que gostem e bom apetite.

Equipamentos novos em casa

Esquecendo a parte do exaustor novo na cozinha, aproveitamos umas promoções da Worten.

Ao comprar isto:(O Alex mudou para o lado negro, o lado da maçã)

tivemos direito a um talão para depois comprar isto:27089 e mais isto:u_00146322 Que na nossa cozinha fica assim: DSC_5918Aproveitamos para fazer uns sumos que ficam assim:DSC_5932Para este sumo que rendeu cerca de 2 litros, e não só um copo, utilizámos: 1Kg de laranjas, 1 manga, 1 papaia, 2 pêssegos e cerca de 300gr de morango.

O sumo estava cheio de sabor e aroma, com bastante polpa, tal como gostamos. Há que beber este tipo de sumo bem fresquinho.

Agora com o Verão à porta havemos de fazer estas brincadeiras muito mais vezes. Esperem por novos textos e novas experiências.